Xarope artesanal de ameixa umê. Dois ingredientes, no mínimo 100 dias de maceração, um sabor agridoce que transforma qualquer receita.
Da ameixeira do sítio para a sua mesa.
Se você assistiu Parasita, viu aquela cena em que um homem sai do porão e bebe desesperadamente algo de um vidro. É esse xarope.
Maesil-cheong, em coreano 매실청, é um xarope obtido da maceração lenta da ameixa umê em açúcar. Não é doce apenas — é doce e ácido ao mesmo tempo, com um perfume floral que lembra damasco.
É essa acidez que dá profundidade a molhos, temperos e bebidas em que o açúcar comum só adoçaria. Na Coreia, quase toda casa tem seu pote. No Brasil, até pouco tempo, só chegava importado.
Minha mãe plantou as ameixeiras de umê no sítio em Itatiba antes de falecer. Era uma fruta que quase ninguém por aqui conhecia, muito usada na culinária oriental, e ela quis ver aquelas árvores florindo no nosso terreno.
As árvores ficaram. E davam fruta — muita fruta. Foi aí que decidi fazer o que os coreanos fazem há séculos com essa mesma fruta: transformar em xarope.
O nome do produto é uma homenagem: MAMÃE GOGO.
No primeiro semestre, vendi para mercados de produtos orientais em São Paulo, principalmente para quem já conhecia a culinária coreana. Mas a comunidade é pequena e eu queria que mais pessoas pudessem experimentar os benefícios dessa fruta maravilhosa.
Uma espécie de ameixa (Prunus mume) muito usada na culinária asiática, colhida ainda verde, antes de amadurecer. Geralmente, não se come crua — é transformada em xarope ou licor.
Doce e ácido ao mesmo tempo, com aroma floral. Menos enjoativo que o mel.
Depois de aberto, conserve em local fresco.
Tem validade semelhante a do mel.
Sim. Os únicos ingredientes são ameixa umê e açúcar.
Substitua o açúcar, mel ou melado na mesma proporção. Comece com 1 colher de sopa.
Quer saber mais sobre o xarope de umê? Veja mais informações nesses sites:
“Não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos se não desistirmos.”
Gálatas 6:9